Conheçam Meus Livros

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Gostosuras ou Travessuras



O Halloween, embora seja uma festa mais comum nos Estados Unidos, tem conquistado os brasileiros nas últimas décadas e se consolidado como uma espécie de tradição. Quem nunca disse no mês de outubro a frase “eu trocaria o Carnaval do Brasil pelo Halloween dos Estados Unidos”?
O que pouca gente sabe é que o Halloween é uma mescla de tradições de muitos povos, com origens pagãs e católicas misturadas.
Há quem acredite que os primeiros a comemorar o Halloween tenham sido os celtas, com a festa dos mortos, celebrada na primeira semana de novembro junto com o Samhain, que marcava o fim do verão e o ano novo celta.
Depois, os católicos no século IV começaram a comemorar o dia de Todos os Mártires, que quatro séculos mais tarde se tornou o dia de Todos os Santos, iniciado na noite de 31 de outubro até primeiro de novembro.
Mas a tradição “Gostosuras ou Travessuras” só nasceu no século XV na Inglaterra, originada por um fato histórico: os católicos ingleses planejaram um atentado ao rei protestante Jorge I, pois naquela época haviam sido privados inclusive do direito de realizar missas. Eles planejaram explodir o Parlamento para matar o rei, mas o plano foi descoberto em 5 de novembro de 1605. Então nasceu a tradição de pedir cervejas e pastéis na casa dos católicos nesta data dizendo “gostosuras ou travessuras”.
Na América esta tradição foi transferida para 31 de outubro unindo-se à festa do Halloween.

A seguir, seis dos personagens mais tradicionais do Halloween e suas histórias:

domingo, 28 de outubro de 2012

Uma Família Ilustre


Eles já tiveram muitos rostos, muitas adaptações, mas sua história permanece a mesma:

- O patriarca é um homem excêntrico e apaixonado por sua esposa, que tem uma incrível obsessão por plantas carnívoras e obras de arte bizarras;

- Seus filhos, como todas as crianças normais, têm o costume de torturar um ao outro com instrumentos afiados e cadeira-elétrica;

- O tio tem uma enorme predisposição a explosivos, que parece ter sido herdada por Simas Finnigan, um dos alunos da Grifinória – misturando propositalmente duas séries famosas;

- A avó, embora uma personagem secundária, tem um vasto conhecimento das artes mágicas e encantamentos;

- O mordomo veio de uma linhagem ilustre de criaturas feitas a partir de pedaços de cadáveres, que ganharam vida graças a uma engenhoca desenvolvida por um cientista alemão;

- O mascote da família foi decepado do Capitão Gancho pelo Crocodilo em uma de suas viagens pela Terra do Nunca;

- E o parente mais próximo viveu durante muitos anos na cabeça de Axl Rose...

Acho que eu fiz uma salada enorme com estes personagens, mas acredito que ficou claro de quem eu estou falando.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O Caçador de Monstros




Quando se fala em Hugh Jackman, alguns automaticamente pensam em Wolverine. Eu penso em Van Helsing.

Este filme misturou de forma impecável vários monstros da literatura, num contexto elegante e muito bem intrincado.

Neste enredo, Van Helsing é colocado frente a frente com Dr. Jekyll transformado em Mr. Hyde, personagens criados por Robert Louis Stevenson em O Médico e o Monstro, além de lobisomens, e o monstro feito com partes de sete cadáveres criado por Victor Frankenstein, que nesta história teve suas experiências financiadas por Drácula.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Os Fantasmas Nos Divertem



“Mesmo sabendo que devo ser prudente, ainda me arrisco em lugares medonhos. A casa de fantasma eu mesma faço! Beetlejuice! Beetlejuice! Beetlejuice!”


Com estas palavras Lydia Deetz, uma garota gótica apaixonada pelo Halloween e aspirante a fotógrafa era transportada para Nenhuma Terra (ou como a maioria das pessoas conhece por outras dublagens “Lugar Nenhum”), onde vivia grandes aventuras ao lado do fantasma encrenqueiro Beetlejuice, que vivia se metamorfoseando em todo tipo de coisa em que pensava.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Uma Pitada De Assombro

  Como nós estamos no mês do Halloween – o único mês além de dezembro que a programação da TV realmente vale a pena – decidi falar sobre este tema.

Admito que sempre tive certo fascínio por histórias assombradas, e recentemente encontrei um conto que li pela primeira vez aos nove anos. Foi publicado na Revista Disney Explora, no primeiro ano, e acho que foi só o que guardei daquela revista.

Escrito por Franz Lupo, este conto não é adulto nem infantil. É apenas uma história assombrada, como tantas outras, mas para começar esta série de Halloween, me pareceu realmente bom.


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Uma Luz No Fim Do Túnel




Divirtam-se agora com mais uma aventura de “Super-Pateta No Reino dos Purpurinas”. Episódio de hoje: A NOIVA E O FILHO DE CULLEN.

Desde que eu li o livro decidi não criar grandes expectativas em torno da primeira parte de Amanhecer. Meus motivos?

1 – Kristen Stewart não é uma grande atriz. A equipe de maquiagem até poderia deixá-la facilmente com cara de moribunda, mas daí a dizer que ela conseguiria incorporar todo o drama, bem... é uma outra história.

2 – A primeira parte giraria em torno da gravidez inesperada, e eu realmente apostava no remake de uma radionovela brasileira “O Direito de Nascer”, ou, na melhor das hipóteses um dramalhão mexicano contando a estória de uma garota humana patética protegendo com lágrimas e poses de Monalisa o pequeno demônio que a estava matando no ventre (estou imaginando Thalia interpretando a Bella, mas ruim por ruim, fico com a original mesmo).

3 – Eu tentava imaginar como seria feita a transformação de Bellinha, a humana, na vampira quase sexy descrita no livro que, com o perdão dos rapazes que discordam, definitivamente não se encaixa com a atriz.

Resumindo, eu não botava a menor fé no talento da nossa fajuta protagonista... E:

4 – Chris Weitz, pelo visto achou que seria muito difícil colocar na tela o pesadelo que tanto fazia a Bella gritar em Lua Nova, de modo que eu não podia esperar grande coisa do único filme em que se podia ver, digamos, um drama plausível, mesmo com um novo diretor, Bill Condon.

Ok. Depois de ver o filme, eu só posso humildemente reconhecer que estava errada, e estamos diante do melhor filme da saga até agora. Mas que não deixou de ter os seus furos. Pelo menos, desta vez, teve um elenco de dublagem um pouco mais decente.

Tudo bem, vamos por partes.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Uma Ideia Que Não Caberia Num Parênteses



Outro dia alguém me perguntou se eu realmente odeio a Saga Crepúsculo. Na verdade eu adoro... fazer piada sobre ela (Risos, também preciso me divertir). Não, na verdade eu tenho uma relação de amor e ódio com esta série. Os livros são realmente bons. Apesar de algumas incoerências, eu realmente gosto da forma como Stephenie Meyer (embora a maioria dos blogueiros escreva Stephanie, não vou escrever o nome dela errado para facilitar a leitura de ninguém) conduziu a história. Não era um tema original desde o princípio. O fato de uma humana se apaixonar por um vampiro é uma fantasia tão antiga quanto a de que um beijo de amor quebra inúmeras maldições em contos de fadas.

Apesar de não ser algo novo, o romance me chamou atenção por vários motivos. É verdade que ela ignorou todo o mito que existe em torno dos vampiros e criou uma lenda nova, mas eu acho que este foi o ponto mais positivo. Não faria sentido pegar uma criatura mítica e escrever sobre ela do mesmo modo que “N” escritores já fizeram. Assim seria só mais um romance com vampiros iguais aos de Bram Stoker, Anne Rice, Darren Shan e etc infinitos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Entre Vampiros e Lobos



E aqui começa mais um capítulo da fantástica história de Bella Swan, a garota profana que não consegue se decidir entre necrofilia e zoofilia.
Este talvez tenha sido o filme que mais se adequou ao livro, mas como nos filmes tudo parece meio escrachado, vamos aos pontos: