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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Um Legado de Loucura


O mês do Halloween já acabou, mas minha vontade de falar de monstros ainda não. E como no mês passado não tive tempo de falar sobre este clássico da comédia de horror, vou falar agora. Antes tarde do que nunca!


Li há muito tempo um comentário espirituoso que dizia que depois que a Universal Pictures filmou Frankenstein ninguém mais leu o livro. Brincadeira ou não, tem seu fundo de verdade, pois poucas pessoas parecem reconhecer fatos do filme que não estavam no livro e vice-versa.


Por exemplo: no livro, Victor Frankenstein não deu o cérebro de um assassino à criatura, nem mesmo por engano; esta licença veio do filme, mas muitas pessoas tomaram como verdade e depois deste filme, muitos outros utilizaram a ideia.


Como em “O Jovem Frankenstein”, de Mel Brooks, onde o assistente repugnante de Frankenstein roubou por engano um cérebro anormal na faculdade de medicina – diga-se de passagem, depois de estragar o cérebro genial que ele deveria ter roubado, ao se assustar com a própria imagem no espelho!


Este filme, aliás, nos deu uma versão muito divertida do clássico de horror, com piadas leves e bem sacadas que, mesmo depois de ter assistido diversas vezes ainda são capazes de fazer rir.

A história a seguir é um oferecimento de “Chapolin Vemos, Cérebros Não Sabemos”!



Nossa história começa apresentando Frederick Frankenstein, professor de neurociência na Universidade, que prefere ser chamado de Frederick “Fronkensteen” para dissociar sua imagem de seu antepassado maluco, o Barão Victor Von Frankenstein, que anos atrás descobriu uma forma de reanimar matéria morta e deu vida ao monstro feito com partes de cadáveres.