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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Além dos Sete Mares



Quase vinte anos atrás, eu vi um filme no SBT (alguém ainda se lembra do Cinema em Casa? Pois é... Desconfio: estou ficando velha!) que foi basicamente o responsável pela minha paixão por histórias de piratas: produzido pela Walt Disney Pictures, O Fantasma do Pirata Barba Negra, uma comédia que trouxe de volta à vida, e de uma maneira muito divertida, um dos piratas mais temidos da história.


Infelizmente, como acontece com muitos filmes bons e antigos, O Fantasma do Barba Negra ficou praticamente esquecido por décadas. No SBT não passou mais (a última transmissão foi em janeiro de 1997), e a TV a cabo parecia ignorar sua existência.


Até muito recentemente, quando o Telecine Cult decidiu desenterrar essa maravilha de seus armários. Imaginem a minha alegria por poder rever esse filme, tão marcante na minha infância!


Senhoras e Senhores, diretamente do além-túmulo e dos sete mares, eu lhes apresento:


domingo, 7 de fevereiro de 2016

[Ler Pel]A Segunda Vez é Ainda Melhor


Minha história com a Carina Rissi pode ser resumida como amor à primeira leitura. Confesso que não tinha lhe dado a devida importância quando peguei Procura-se Um Marido pela primeira vez, e acho que passei por ele tão rápido que nem sequer registrei exatamente o seu talento. Mas depois de ler Perdida (duas vezes!), aquele livro que o Aurélio precisa inventar palavras novas para definir o quanto é sensacional, e que eu espero do fundo do coração que vire um filme mais bem feito que as últimas adaptações sofríveis de sucessos literários que a indústria cinematográfica tem nos imposto nos últimos anos (e, por indústria cinematográfica, me refiro tanto à nacional quanto à Hollywood), e de me deliciar ainda mais com a continuação, Encontrada, decidi pegar de novo Procura-se Um Marido, e apreciá-lo com mais calma.

Acontece que, ano retrasado, quando peguei esse livro pela primeira vez, tinha muita coisa na minha cabeça, e eu devo ter achado a história meio clichê. E, de fato, ela é. Mas isso não significa que não mereça o devido respeito e atenção.