Conheçam Meus Livros

quinta-feira, 20 de julho de 2017

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Desafio #24: Um Duque Para Chamar de Seu...

Não há como resistir ao charme de um bom romance de época... O Duque e Eu, primeiro volume da série Os Bridgertons, de Julia Quinn é um desses livros que, depois de ler a primeira página, torna-se impossível não terminar.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Vingança É Um Prato Que Se Come Com Uma Colher Torta e Depois de Escolher Uma Carta...



“O que é mágica? Mágica é trapaça, é enganação direcionada, feita para entreter”.
É com essa premissa que nos é apresentada a história de quatro mágicos de rua que, depois de serem recrutados por um homem misterioso, tornaram-se astros do showbiss e deram um baile no FBI durante a busca por provas para prendê-los pelo roubo a um banco de Paris, praticado diante de uma enorme plateia num show em Las Vegas!
Chocante, né?


Estou falando de um dos roteiros mais divertidos e criativos que vi nos últimos tempos. Dirigido pelo francês Louis Leterrier em 2013, Truque de Mestre nos traz uma história ágil, cheia de truques de mágica – alguns bem manjados, na verdade –, conduzindo o FBI e o telespectador através de um grande labirinto de enganação, numa brincadeira de esconde-esconde onde agora você vê... E agora não...


segunda-feira, 12 de junho de 2017

ConVersando Sobre Amor

Ah, o amor... Não há nada mais belo no mundo, nenhum sentimento mais nobre. O amor que inspira os poetas, faz suspirar as donzelas, apanha corações desprevenidos, e faz a vida, de repente, mudar de foco.
O amor foi sempre o tema favorito da literatura, desde os tempos mais remotos, mesmo quando este não era o motivo principal dos enlaces. Mas nenhum gênero literário explorou tanto este sentimento tão nobre e tão traiçoeiro quanto a poesia.
E como hoje é dia dos namorados, nada mais apropriado que nos deliciar com cinco belos poemas de amor. Porque, de vez em quando, vale a pena ser piegas.

sábado, 3 de junho de 2017

Porque Também Amamos Livros Independentes

Tempos atrás, eu resenhei aqui um livro que ainda estava em estágio de Fanfiction, o divertidíssimo Aluga-se Um Noivo, da Clara de Assis, inspirado no filme Muito Bem Acompanhada – e que já deve ter sido devidamente publicado a essa altura. Pois bem, hoje venho mais uma vez apresentar a vocês uma obra ainda não publicada, mas que, assim como Aluga-se Um Noivo, merece todo destaque.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

♪ Parabéns Pra Você, Eu Só Vim Pra Te Ler, O Presente Que é Bom Esqueci de Trazer ♪

Parece que foi ontem que escrevi a primeira postagem desse blog, e vejam só: o Admirável Mundo Inventado está completando 5 anos!
Desde que inaugurei esse espaço, nunca fiz uma postagem de comemoração no aniversário do blog, mas cinco anos é uma data que não dá para deixar passar em branco. Afinal, sobrevivemos a meia década na internet! Quantos blogs duram isso hoje em dia? Quer dizer, fora aqueles que ganham dinheiro com isso...
Enfim... Passei a semana toda matutando o que eu poderia postar para comemorar essa data especial. Comecei a revirar as postagens antigas, e percebi quanta coisa boa já passou por esse meu Admirável Mundo Inventado. A princípio, o blog não tinha uma identidade definida – nem mesmo um propósito definido. Eu apenas escrevia resenhas sobre os livros e os filmes que eu gostava, mas depois achei que precisava torná-lo mais divertido.
E foi quando meu blog finalmente saiu da zona de dez acessos mensais – sendo que nove deles provavelmente eram meus –, e finalmente começou a ganhar público.
Então, acho que a melhor maneira de comemorar esses cinco anos, é contando um pouquinho dessa trajetória, relembrando os personagens bacanas que já habitaram esse espaço. Afinal, chama-se Admirável Mundo Inventado por um motivo: este é o lugar onde todas as boas histórias da ficção – sejam filmes, séries de TV, livros ou desenhos animados – se encontram.
O nascimento real do blog só aconteceu em meados de setembro de 2012, quando postei a review do primeiro filme da saga Crepúsculo. Foi a partir daquela postagem que o blog ganhou uma identidade. Portanto, não tenham dúvida sobre o relacionamento profundo que tenho com a saga dos vampiros purpurinados, pois, se eu não morro de amores por aquele elenco e aqueles filmes – minha relação com os livros é infinitamente mais feliz –, também não posso negar que eles tiveram grande relevância na história desse espaço virtual tão amado.
Sim, a história do Admirável Mundo Inventado começou com essa garota atrapalhada, que é chegada numa presa afiada, vampiros cintilantes e lobisomens bombados, que gosta de se colocar na boca dos monstros – literalmente –, e arrumar contusões extremamente difíceis de explicar, e que, por alguma razão, seu pai, o chefe de polícia local, não se preocupa muito em verificar.

domingo, 14 de maio de 2017

Mamãe ♥ Querida


Diz o ditado que mãe é padecer no Paraíso. Talvez porque, em alguns casos, se descer na Consolação tá arriscado se perder, rs. Sobretudo se essa mãe gosta de entornar umas e outras e mais algumas em um estômago completamente despreparado.
Poderia ser o caso dessa mãe em particular. Mas, desconfio que ela prefere colocar os próprios filhos a perder – desde que ela possa lucrar alguma coisa com isso.
Neste dia tão especial, quero falar dessa figura tão importante na vida de todos nós. Afinal de contas, é graças a ela que estamos aqui. Então, mãe, obrigada por ter me tido. (Com o perdão do trocadilho infame, rs).
Brincadeiras a parte, para a review de hoje, escolhi uma das mães mais divertidas da ficção, a mulher que “pariu” duas figuras hilárias, que já nos arrancaram risadas incontáveis em mais de dez temporadas de Two And A Half Men. Com vocês: Evelyn Harper!

Episódio de hoje:
“Saindo Com a Mamãe”

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Das Tirinhas Para o Mundo



Hoje vamos falar sobre um assunto de vital importância para todos que, como eu, tiveram uma boa infância. Vamos falar de Histórias em Quadrinhos. Mas não qualquer HQ. Vamos falar de uma turminha em particular que já nos fez experimentar todos os tipos de sentimentos possíveis – desde pena pelo protagonista constantemente sacaneado por sua vizinha mal-humorada (mas secretamente apaixonada por ele, desconfio), até um tipo interessante de vergonha alheia pelas alucinações de um cachorro chapado de chá de cogumelo ou daquela água que o passarinho não bebe, misturado com o cigarro que o passarinho não fuma.
Sim, meus amigos, estou falando da queridíssima Turma do Charlie Brown.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Mãe, Tô Na TV!





Pois é, minha gente. Você não leu errado, nem interpretou o título errado, tampouco. Eu, Talita Vasconcelos (Verônica Lira, para os íntimos) dei minha primeira entrevista para a televisão!

terça-feira, 21 de março de 2017

Desafio #23: Amor Eterno Nem Sempre é Um Mar de Rosas

O desafio literário já perdeu completamente o sentido, uma vez que o estou arrastando pelo terceiro ano, mas como não gosto de deixar as coisas inacabadas, vou continuar enumerando-os à medida que as minhas leituras se encaixem na lista.
Como é o caso do livro de hoje, o escolhido para “com a capa linda”.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Mais Uma Grande Conquista



Aconteceu na tarde do último sábado, 11 de março, o lançamento do meu segundo livro, Raptada, na Biblioteca Municipal “Joviano Franco da Silveira, no centro de Atibaia. O evento teve o apoio da Secretaria de Cultura da cidade e contou com a participação de amigos, familiares e autoridades do Município.

Quero agradecer a todos que compareceram. Foi uma festa linda, e uma alegria imensa receber o carinho de todos.

Aqui estão apenas algumas fotos do evento, mas vocês podem conferir muitas outras na minha página no Facebook:



sexta-feira, 3 de março de 2017

Raptada Vem Aí! Conheçam Meu Novo Romance Publicado



Como vocês certamente notaram, há algumas semanas eu coloquei um banner na parte de cima da área de postagem do blog – a priori, com a capa e as orelhas do meu novo livro, e posteriormente, o banner oficial do lançamento. Pois bem, hoje dispo-me mais uma vez da minha versão Verônica Lira, e venho como Talita Vasconcelos apresentar oficialmente meu novo filhote a vocês.



Antes de mais nada, quero convidá-los para o lançamento do livro.
Dia 11 de Março de 2017 (Sábado), das 14 às 17 horas.
Local: Biblioteca Municipal “Joviano Franco da Silveira”.
Rua Benedito de Almeida Bueno, n°252 – Centro – Atibaia – SP

* Preço especial apenas no evento de lançamento *

Agora sim, vamos apresentá-lo:

Apesar de o título sugerir uma história policial, Raptada é um romance, e trata sobre a linha tênue que separa o amor e o crime.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

10 Momentos Inesquecíveis de Supernatural



A fantástica história de dois lindos irmãos caçadores de monstros, que passam a vida na estrada, procurando encrenca onde quer que escutem um boato de que há atividade sobrenatural, dirigindo um Impala negro que deve impor respeito até parado no sinal vermelho, invadindo casas assombradas, exterminando fantasmas, bruxas, anjos, demônios, vampiros, lobisomens, fadas, duendes, leviatãs, deuses malucos de mitologias pagãs, médiuns, psíquicos, monstros das mitologias orientais e o diabo a quatro. Literalmente, o diabo a quatro! Já passou tanto monstro nessas onze temporadas e meia da série que fica difícil relacionar todos numa lista. Está mais para uma enciclopédia. E apesar de alguns episódios bizarros, Supernatural segue firme e forte na 12° temporada, sem ameaças de cancelamento e sem jamais perder o rebolado – algo que não é muito comum em séries de fantasia, que geralmente perdem qualidade depois de três temporadas. Tomem como exemplo The Vampire Diaries – que já foi superada em qualidade pelo spin-off The Originals há muito tempo – e Once Upon a Time, para citar apenas séries recorrentes aqui no blog.
Mas qual é o segredo da longevidade do sucesso de Supernatural? Saber dosar a temporada, incluindo um pouco de cada coisa: tem os episódios mais “assustadores” – aqueles com nível mais alto de terror –, os monstros de sempre – anjos e demônios e seus dramas existenciais –, aqui ou ali um fantasma pirado para dar uma temperada nas coisas, e as comédias sobrenaturais. Porque, afinal de contas, nem só de criaturas assassinas ou apavorantes vive o mundo sobrenatural.
A alta rotatividade de elenco de apoio também pode ser um fator que colabora para o sucesso da série, pois sempre traz novos rostos e novos personagens à história, e permite trabalhar o pequeno elenco fixo sem deixar ninguém de lado ao longo da temporada, e sem colocar ninguém como figurante em cena – entendeu, Once Upon a Time? Aprendam como é que se faz as coisas!
Por exemplo: neste momento, o elenco fixo de Supernatural é constituído de cinco atores: Jensen Ackles (Dean Winchester), Jared Padalecki (Sam Winchester), Samantha Smith (Mary Winchester), Micha Collins (Castiel Winchester) e Mark Sheppard (Fergus... Digo, Crowley!). Eventualmente, Ruth Connell também aparece no papel da bruxa Rowena, que sempre foi mais recorrente do que fixa nessa história. Sim, eu sei que o personagem Lúcifer também é fixo nessa temporada, mas vários atores dão rosto ao diabo, então, não entra na conta.
E claro, contribui muito para o sucesso a consistência dos personagens principais. Dean com seu sarcasmo e carisma impagáveis; Sam com aquele jeitinho “santo até que o conheçam”; Castiel com sua moral, sua ingenuidade e seu amor platônico pelo Dean; Crowley com aquela postura “me respeitem que eu sou o rei do inferno, mas sou legal demais para administrar aquela bagaça pessoalmente”; e Rowena, a bruxa que tenta ser má, mas que se passa fácil por uma tia maluca que faz bolinhos de chuva com sal em vez de açúcar e pimenta no lugar da canela. Sim, eu a vejo como uma simpática tia meio doida, me processem. De mamãe Winchester não há muito a ser dito, considerando que ela passou pouco tempo fixo na série. Por enquanto ela está parecendo a mãe da Caroline Forbes, de TVD: a xerifona, tentando entender como foi que o circo dos horrores invadiu sua cidade, mas pronta pra briga, caso alguma entidade esquisita ameace suas crias. Ou por aí...


Enfim, Supernatural é o tipo de série que não dá para fazer a review de todas as temporadas. Esporadicamente, pretendo resenhar alguns episódios aleatórios, mas há alguns acontecimentos de episódios que não estão na minha lista de planos para o blog, com cenas que valem muito a pena relembrar. Não necessariamente nessa ordem.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Ah, Esses Romances Clichê... Por Que Amá-los? Por Quê Não Amá-los...?

 
 Como todas as coisas que existem no mundo, alguns gêneros literários também são vítimas de preconceito. Ou por serem violentos demais, ou por serem água com açúcar demais, ou por serem tristes, ou eróticos, ou muito infantis, ou muito nonsense, ou muito... Qualquer defeito que o leitor escolha apontar. É difícil agradar todo mundo – J. K. Rowling continua se recusando a nos vender a fórmula.


Mas de todos os gêneros literários, nenhum é mais discriminado que os romances de banca. Para quem não ligou o nome à pessoa, são aqueles livrinhos que você, literalmente, compra em qualquer banca de jornal. As edições costumam ser pequenas, do tipo que cabe no bolso – inclusive monetariamente, costumam ser muito baratos, podendo ser comprados até por menos de dez reais. Geralmente são escritos por mulheres, possuem incontáveis coleções baseadas no país onde a história se passa – Das Terras Altas (também conhecidos como Highlands), Do Deserto (protagonizados por Sheiks), Magnatas Gregos, Maridos Italianos, e por aí vai... –, e suas publicações costumam ser incluídas em séries com nomes de mulher – Sabrina, Jéssica, Júlia – ou de sentimentos arrebatadores – Paixão, Desejo...

Todo mundo já viu pelo menos uma capa de um desses desprezadinhos da literatura mundial. Mas por quê eles são desprezados? Via de regra, romances de banca são como novelas mexicanas, quem leu um, já leu todos, porque o enredo é basicamente o mesmo: a mocinha e o mocinho ficam embaçando por qualquer motivo – de força maior ou não –; um dos dois é extremamente rico, o outro está muito encrencado – seja por causa de uma dívida ou a possibilidade de ir para a cadeia, ou de que algum parente muito próximo vá para a cadeia, ou ambas as coisas –, e acaba não tendo outra saída senão ceder a alguma proposta ou capricho do lado rico do casal – geralmente a saída é um casamento de conveniência, para que a outra parte possa receber uma herança, cumprir um contrato, algum tipo de vingança, ou ganhar uma aposta. Os detalhes podem variar um pouco, como no caso em que ambos são ricos – geralmente a mocinha dessas histórias é uma herdeira órfã, que acaba sendo vítima de um parente perverso, sendo sequestrada, ou vendida, ou forçada a um casamento arranjado com algum homem, pelo menos a princípio, desprezível, ou qualquer outra tragédia do gênero, e que por qualquer coincidência do destino, acaba parando nas mãos do mocinho que, por vontade própria, bondade no coração, ou uma generosa quantia em ouro, torna-se seu salvador.  E invariavelmente, o casal fica junto no final.

São poucos os romances de banca que trazem alguma história verdadeiramente original, e mesmo assim, dificilmente é um livro que você vai querer abandonar antes do fim. Não se engane pela palavra clichê: são bons livros, com histórias envolventes, românticas, e que 99% das vezes nos pegam de jeito e nos conquistam até a última página. Por isso eu digo que são injustamente desprezados.

Particularmente, gosto mais de romances de banca quando são romances históricos. Como é o caso do escolhido para essa resenha.